Narnia

Voltei de Nárnia!

Estava tudo diferente: lugares, árvores… Na verdade, quase tudo! Tinha muita gente nova (ou crescidas, talvez). Os animais ainda falavam, e a magia continuava. Era Nárnia!

Os encontros foram ótimos: crianças de países diversos descobriram outros guarda-roupas: até japonês tinha (meio paraguaio, vamos admitir). Ah! Sem esquecer de uns “cariocas”. Todo mundo parecia mais amigo, mais guerreiro, mais pronto pra proteger o Reino!

A viagem foi longa. Pensando bem, foi muito longa. Mas valeu! Aslan apareceu várias vezes, conversou com a gente… Quase perto do final da aventura, ele nos encorajou e disse: “Tudo vai terminar bem”.

Tudo estava planejado, mas tínhamos que ter fé! Tínhamos que ter coragem! Tínhamos que terminar o que começamos! Olhei pra nós mesmos e vi que choramos, rimos, nos abraçamos e nos perdoamos… Ah, Nárnia! Foi uma história daquelas que a gente conta pros netos.

Como sempre, o que trago de lá quando volto é um sentimento de paz. Trago os amigos, a esperança do reencontro aqui ou lá (é engraçado que chamam o ‘lá’ de Eterno)! Fica a certeza de que “isso” que vivemos vai ficar pra trás. Afinal, tempo é tempo. Tudo muda. Será tão, tão distante que nos esqueceremos. Sem dor, sem fome, sem morte, sem culpa, sem choro. Um Reino pelo qual valeu a pena ter lutado!

Baseado no CMI2013, Goiânia-GO